A Beleza das Pequenas Coisas

A Beleza das Pequenas Coisas

Conversas conduzidas por Bernardo Mendonça com as mais variadas personagens que contam histórias maiores do que a vida. Ou tão simples como ela pode ser
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Resumen del episodio

Nesta conversa, a atriz Lucélia Santos compartilha memórias de sua infância, influências artísticas e seu compromisso com causas ambientais através do espetáculo 'Vozes da Floresta'. A atriz também discute suas paixões literárias, recomendações de cinema e o novo projeto cinematográfico sobre imigração. A conversa evolui para reflexões profundas sobre a morte sob a perspectiva budista, mudanças na sensibilidade pessoal e os prazeres simples da natureza, como trilhas e o contato com o meio ambiente. O episódio encerra com reflexões sobre o estilo de vida vegetariano e um convite para o teatro.

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Destacados

acima do ser humano, eu luto pela floresta, que é o que pode dar vias de sobrevivência a tudo que vive.

00:05:30 · A atriz expressa sua convicção sobre a importância da preservação ambiental e da luta em defesa da natureza.

O mundo gira se você ler. Você sai de uma situação de pântano para uma situação de iluminação.

00:14:07 · Lucélia destaca o poder transformador da leitura na percepção e no intelecto humano.

Ator é isso. É viver outras vidas.

00:26:42 · Lucélia Santos reflete sobre a essência da atuação ao falar sobre interpretar uma personagem diferente de si mesma.

Esse ato de morrer no budismo é um dos principais estudos do budismo tibetano, que são os bardos do pós-morte.

00:31:12 · A interlocutora explica sua visão espiritual sobre a transição da consciência após a morte.

Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.

00:41:38 · Lucélia Santos utiliza esta frase inspiradora para se despedir do público e da conversa.

Episodios

589-

Lucélia Santos (parte 2): “Acima do ser humano, luto pela floresta. É o que pode dar vias de sobrevivência a tudo o que vive”

Nesta conversa, a atriz Lucélia Santos compartilha memórias de sua infância, influências artísticas e seu compromisso com causas ambientais através do espetáculo 'Vozes da Floresta'. A atriz também discute suas paixões literárias, recomendações de cinema e o novo projeto cinematográfico sobre imigração. A conversa evolui para reflexões profundas sobre a morte sob a perspectiva budista, mudanças na sensibilidade pessoal e os prazeres simples da natureza, como trilhas e o contato com o meio ambiente. O episódio encerra com reflexões sobre o estilo de vida vegetariano e um convite para o teatro.

19 sep. 2026
588-

Lucélia Santos (parte 1): “É difícil essa coisa do mito. Estou radicalmente fora da sociedade de consumo, de glamour, de falsidades, da exposição egóica”

Neste episódio, o apresentador Bernardo Mendonça conversa com a atriz Lucélia Santos sobre sua trajetória de sucesso mundial, desde 'A Escrava Isaura' até sua atuação em causas ambientais. A conversa explora sua técnica de atuação, os desafios da fama e como o budismo e a meditação a ajudam a lidar com as pressões do ego e do consumismo na era tecnológica. A atriz também relembra sua militância política ao lado de Chico Mendes, refletindo sobre o impacto do assassinato dele em sua vida e a urgência da crise climática global. O encontro aborda ainda memórias de bastidores, o papel da comunicação como forma de resistência e a importância de manter o encantamento pelo mundo.

18 sep. 2026
587-

Júlia Pinheiro (parte 2): “Nós já não estamos a pensar. Delegamos tudo à máquina. E não refletimos a mutação desse modo de vida. Isto deixa-me um elefante no peito”

Neste episódio, Júlia Panheiro reflete sobre a sua amizade com Manuel Luís Goxá, o seu regresso ao teatro e os desafios sociais para as futuras gerações de mulheres perante o avanço tecnológico. A conversa explora temas como espiritualidade, o sentido da vida e a importância do podcast como espaço de debate face à crise da rádio tradicional. A discussão aborda ainda a reedição do romance 'Não sei nada sobre o amor', temas de feminilidade, saúde feminina e o impacto do caso Gisèle Pelicot. O episódio encerra com reflexões pessoais sobre carreira, família e a celebração dos pequenos prazeres cotidianos.

12 sep. 2026
586-

Júlia Pinheiro (parte 1): “Não estou habituada a que me escutem. As pessoas sabem muita coisa sobre mim, mas se calhar não sabem nada…”

Neste episódio, Bernardo Mendonça recebe Júlia Pinheiro para uma conversa profunda sobre a sua trajetória na televisão portuguesa e os desafios de manter a relevância numa indústria em constante transformação. A discussão aborda a importância da competência técnica e do rigor profissional face à vaidade, comparando o compromisso na comunicação ao atletismo de alta competição. A conversa explora ainda o impacto das redes sociais no debate público, a fragmentação do consumo mediático e as reflexões da entrevistada sobre a transição para um ritmo de vida mais calmo. O episódio encerra com uma emocionante homenagem de Manuel Luís Rocha, celebrando a personalidade e o legado de Júlia Pinheiro.

11 sep. 2026
585-

Filipa Leal (parte 2): “Quero ser melhor amiga, melhor amante e melhor pessoa. Também tento viver melhor e escrever melhor”

Neste episódio, Bernardo Mendonça conversa com a poeta Filipa Aleal sobre amizades tardias, a dualidade entre luz e sombra na escrita e o impacto emocional de sua poesia. O diálogo percorre memórias pessoais da poetisa, reflexões sobre a identidade nortenha e a apresentação do seu novo livro, 'Amor, chega em breve no Volkswagen'. A conversa aborda também o processo criativo, a influência de leituras como as de Clarice Lispector e partilhas culturais que incluem música e cinema. O encontro encerra com reflexões sobre a importância de apreciar as pequenas alegrias do quotidiano e a necessidade de viver sem pressas.

05 sep. 2026